Sabe aqueles dias que você tem altos pensamentos e idéias,no entanto precisa de "um empurrãozinho" pra tudo?


Pois é,hj acho que to meio assim
Bem...
Sinceramente eu não sei o que postar...(na verdade isso é sono,pq saber,eu sei)
Falar de que?
De mim?
De como eu estou me sentindo?
Do feriado?
De como foi?
O que eu fiz?
O que eu penso a respeito do feriado estadual de hj?
Ahh...isso agora não importa muito não...
Na verdade eu que não estou com vontade de falar...


Por uma fração de segundos eu pensei em registrar aqui,um dos vários textos que tenho aqui no meu computar,alguns de autoria minha,outros não...Mas quando eu faço algo,gosto de fazer com o coração,mente e alma.E sinceramente,hoje eu não consegui colocar os "3 na mesma órbita",estão um pouco desorganizados....
Outra coisa,hj acordei com um tema em mente.Um tema que eu ainda quero postar aqui...
Mas pra que isso ocorra,é o que eu disse,preciso de tempo,e dedicação....então resolvi adiar a tal postagem...

Enfim...
Peço desulpas...
Mas logo venho aqui e registro algo mais "atraente"...rs
Abração...
Fiquem com Deus

A forma de agir e de se mostrar de uns,aguça a inocência de outros (pessoas como eu por exemplo)




Meu primeiro post será a respeito do caso que tem mexido com o Brasil inteiro.


Me refiro ao caso da pequena Isabella Nardoni, e a entrevista que seu pai (Alexandre Nardoni) e sua madrasta (Anna Carolina Jatobá) cederam ao Fantástico
Confesso que desde os primeiros dias em que a tragédia aconteceu, eu fiquei meio receosa de apontar alguém, até pq eu não tenho esse direito.
E ao assistir essa entrevista,confesso que minha inocência de fato foi aguçada,não sei se pelo fato de eu não ter tamanha frieza que muitos têm tido (sem nem ao menos saber do que se trata,ou como está o andamento "da coisa"...simplesmente formam suas opiniões,baseada no que essa mídia sedenta pelo famoso ibope,tem "embutido" na mente da população)
Mas então,como eu estava falando,não tenho a coragem de apontar alguém como autor do crime,até porque,também não tenho,e nem me dou esse direito de acusar ninguém,sendo eu,uma simples estudante que acompanha o caso "de longe"...por mais que apareçam provas,deixo essa função para aquele cujo o próprio nome já o descreve: JUIZ - aquele que julga.

Mas de qualquer forma queria registrar aqui,o quadro em que o caso se encontra:

De um lado temos a imprensa cobrindo o caso 24 horas por dia e de outro lado a polícia sendo pressionada a esclarecer o caso.A Polícia Civil cometeu pelo menos sete erros nas investigações . A opinião é de investigadores, peritos e delegados ouvidos pelo Jornal da Tarde.Um perito lembrou que o teste residuográfico deveria ter sido realizado debaixo das unhas das mãos do casal e da menina. Isso poderia indicar restos de pele numa eventual tentativa de ataque ou defesa.Um delegado que já atuou no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, ressaltou que "as 48 horas logo após o fato são de vital importância para a elucidação de um crime. Quanto mais o tempo passa, sempre fica mais difícil de reconstituir com fidelidade o passado."Se a doutora-delegada plantonista estava em dúvida quanto às causas (foi queda acidental ou crime?) e a autoria (foi "a 3ª pessoa" ou a própria família – madrasta e pai?) teria de ter acionado, obrigatoriamente, se considerava misterioso o crime, a Divisão de Homicídios do DHPP – Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa.As trapalhadas na condução da investigação da morte da menina Isabella Nardoni vão desde a não preservação do local do crime pela Polícia Militar (que chegou primeiro ao apartamento de onde a garota foi jogada), passam pela liberação do imóvel para os familiares depois da realização da primeira perícia pela Polícia Civil e chegam a repetição desta perícia por 8 vezes em uma "cena" de crime já totalmente desfigurada.o estrelismo de alguns policiais envolvidos na investigação, dizendo que "99% do caso estava esclarecido", ou acusação direta ao pai de Isabella por uma delegada no dia seguinte ao crime, ou mesmo o "vazamento" de informações da investigação para a imprensa quando o caso estava em sigilo de Justiça mostraram o descontrole da cúpula da Segurança Pública paulista sobre quem investigava o crime.
Será que as provas são realmete verdadeiras????


Bom, não digo mais nada. Todos já se decidiram por prazerosa e ultrajantemente apontar os dedos, atirar a pedra.
Pq os 2 disseram que a vida deles acabou, e a mãe disse que o fato deveria ser superado?
E os prédios vazios que não foram investigados no dia do crime?
E se o sangue foi simplesmente implantado para direcionar a culpa e dar uma resposta à sociedade?
A sociedade brasileira, cansada de tanta impunidade, tanta corrupção, não pode querer achar um bode expiatório apenas para se sentir mais justa e igualitária.
E o que é o pior de tudo...
penso eu,que se realmente houver essa 3ª pessoa no crime,e a Justiça a descobrir,para não "ficar feio"e ter sido injusta ao apontar "logo de cara"o casal como assassino,a mídia ainda permanecerá a posição de homicídas para eles...

Como já falei,eu não sou absolutamente ninguém para julgar uma pessoa...
Portanto,que venha a sentença,o que tiver de ser,será..
E que essa Justiça tão injusta do nosso país possa "funcionar" ao menos agora,punindo O(OS) VERDADEIRO(OS) CULPADO(OS) de tamanha brutalidade...
E que essa sociedade brasileira tão cega,no entanto,tão sedenta em apontar algum culpado (ainda que não o seja),possa abrir os olhos e deixar de ser tão HIPÓCRITA!!

Não estou com o vídeo aqui...
Mas nesse link tem algumas observações importantes e que vale à pena assistir e ler a matéria:
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL420003-5605,00-ENTREVISTA+NAO+DESFAZ+IMAGEM+QUE+PUBLICO+TEM+DO+CASAL+DIZ+PSIQUIATRA.html